quinta-feira, 15 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
7 de setembro
Independência do Brasil
No dia 7 de setembro de 1822, o príncipe regente dom Pedro, irritado com as exigências da corte, declarou oficialmente a separação política entre a colônia que governava e Portugal. Em outras palavras, ele proclamou a Independência do Brasil.
Um mês depois, mais precisamente em 12 de outubro de 1822, dom Pedro foi aclamado imperador e, em 1º de dezembro, coroado pelo bispo do Rio de Janeiro, recebendo o título de dom Pedro 1º.
Resumidamente, a conquista da independência do nosso país poderia ser contada dessa forma, mas a história não é tão simples assim. Começa realmente com o enfraquecimento do sistema colonial e a chegada da corte portuguesa ao Brasil (1808) e só termina em 1824, com a adoção da primeira Constituição brasileira.
Os motivos da separação
Entre os séculos 18 e 19, cresceram no Brasil as pressões externas e internas contra o monopólio comercial português e a cobrança de altos impostos numa época de livre comércio.
Diversas revoltas - a exemplo da Inconfidência Mineira, Conjuração Baiana e a Revolta Pernambucana de 1817 -, aliadas à Revolução Francesa e à independência dos Estados Unidos, provocaram o enfraquecimento do colonialismo e reforçaram o liberalismo comercial no Brasil. Em 1808, com a abertura dos portos, o Brasil passou a ter mais liberdade econômica e, com sua elevação à categoria de Reino Unido, deixou de ser, formalmente, uma colônia.
Em 1820, a burguesia portuguesa tentou resgatar sua supremacia comercial, promovendo a Revolução Liberal do Porto. No ano seguinte, o parlamento português obrigou dom João 6º a jurar lealdade à Constituição e a voltar para Portugal. Seu filho dom Pedro foi deixado no Brasil, na condição de príncipe regente, para conduzir uma eventual a separação política.
O rompimento
As pressões contra o controle de portugal cresceram na colônia, e a metrópole passou a exigir a volta de dom Pedro. O príncipe deu sua resposta a Portugal no dia 9 de janeiro de 1822 (Dia do Fico), com a célebre frase "Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, diga ao povo que fico".
Iniciou-se um esforço político por parte dos ministros e conselheiros de dom Pedro, pela permanência dos vínculos com Portugal, mantendo um pouco de autonomia para o Brasil. Queriam uma independência sem traumas, mas as críticas ao colonialismo ficaram insustentáveis. Dom Pedro, então, se viu pressionado a oficializar o rompimento.
Foi assim que, em 3 de junho de 1822, dom Pedro convocou a primeira Assembléia Constituinte brasileira. Em 1º de agosto, declarou inimigas as tropas portuguesas que desembarcassem no Brasil e, dias depois, assinou o Manifesto às Nações Amigas, justificando o rompimento com as cortes de Lisboa e garantindo a independência do país, como reino irmão de Portugal.
Em represália, os portugueses anularam a convocação da Assembléia Constituinte brasileira, enviaram tropas à colônia e exigiram o retorno imediato do príncipe regente a Portugal. No dia 7 de setembro de 1822, durante uma visita a São Paulo, nas proximidades do rio Ipiranga, dom Pedro recebeu uma carta com as exigências das cortes e reagiu proclamando a independência do Brasil. Bahia, Maranhão e Pará, que tinham juntas governantes de maioria portuguesa, só reconheceram a independência em meados do ano seguinte, depois de muitos conflitos entre a população e os soldados portugueses.
No início de 1823, houve eleições para a Assembléia Constituinte que elaboraria e aprovaria a Carta constitucional do império brasileiro, mas, em virtude de divergências com dom Pedro, a Assembléia logo foi fechada. A 1ª Constituição brasileira foi, então, elaborada pelo Conselho de Estado e outorgada pelo imperador em 25 de março de 1824.
Com a Constituição em vigor, a separação entre a colônia e a metrópole foi finalmente concretizada. Mesmo assim, a independência só é reconhecida por Portugal em 1825, com a assinatura do Tratado de Paz e Aliança entre Portugal e Brasil, por dom João 6º.
*Fonte: Almanaque Abril, Fovest e Enciclopédia da Folha
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Caros alunos do 1º ano segue pesquisa como comentado na sala:
HEBREUS, FENÍCIOS E PERSAS.
Hebreus – era um dos povos semitas que habitavam a região do crescente fértil. Introduziram a primeira religião monoteísta entre os povos da Antiguidade, baseada na crença em um só Deus, dela derivaram o cristianismo e o islamismo. Muito do que se sabe a respeito desse povo – também chamados de israelitas ou judeus – baseia-se no Antigo Testamento, a primeira parte da Bíblia. Vivendo do pastoreio, organizavam-se em clãs ou tribos, grupos familiares dirigidos pelos homens mais idosos, a quem chamavam de Patriarcas. Segundo a Bíblia, coube ao patriarca Abraão, partir com o seu povo em direção a Terra Prometida, chamada depois de Canaã ou Palestina. Mais tarde, pressionados pela escassez de alimentos, uma parte dos hebreus, sob o patriarcado de Jacó, e deixou Canaã e migrar para o Egito, onde acabaram sendo escravizados. Tempos depois conduzidos por um novo chefe chamado Moisés eles fugiram, episódio conhecido na Bíblia como Êxodo. Depois de permanecer 40 anos no deserto, Moisés reconduziu seu povo para Canaã, cuja posse tiveram que disputar com os cananeus e filisteus.
No século XII a.C., os hebreus haviam conseguido dominar quase toda a Palestina. Mais tarde, em 935 a.C. quando o rei Salomão morreu, passaram por uma profunda crise política na qual dividiu a civilização hebraica, em judeus e israelitas. A partir de então, o povo hebreu foi dominado por diversos povos e durante a conquista dos romanos sobre o povo judeu, os conflitos se acentuaram e resultaram na destruição de Jerusalém.
Esse episódio, conhecido como Diáspora, fez com que os judeus ficassem dispersos em pequenas comunidades ao redor do mundo. Ao longo desses séculos, os judeus se preocuparam em manter os traços de sua cultura e religiosidade. No século XIX, diversos judeus iniciaram um movimento de criação de um Estado judeu na região da Palestina. No ano de 1948, a Organização das Nações Unidas apoiou a criação desse novo país.
As justificativas políticas e históricas que sustentaram a criação do Estado de Israel sofreram grande oposição das populações árabes palestinas que habitavam o local durante todo esse tempo. Os diversos conflitos entre árabes e israelenses se estendem até os dias atuais.
Fenícios - localizavam-se em uma região estreita, entre o Mar Mediterrâneo e as montanhas do Líbano. Pelo fato de as terras fenícias serem inférteis e haver poucos alimentos, os fenícios desenvolveram a navegação marítima e o comércio com as principais cidades fenícias da antiguidade. A fenícia era formada por cidades-Estados com governos independentes. A sociedade fenícia estava dividida em três classes, no ponto mais alto vinham os ricos, que eram grandes comerciantes donos de oficinas marítimas e escravos, logo abaixo vinham os pequenos empresários e trabalhadores livres e por último os marinheiros, pobres e escravos.
A principal atividade econômica dos fenícios era o comércio marítimo, até porque foram eles que desenvolveram a arte da navegação a longa distância, eles exportavam os produtos de suas oficinas como Metalúrgicas, tinturas e tecidos, os fenícios também fizeram uma grande contribuição cultural que foi o Alfabeto Fenício com 22 letras e foi criado para facilitar a escrita das operações comerciais.
Persas – Grandes conquistadores dominaram a Babilônia, a Palestina, a Fenícia e o Egito. Coube-lhes a proeza, no século VI a.C., de unificar vários povos do Crescente Fértil e construir o maior império da época. Ciro foi o fundador do Império Persa, mas foi durante o reinado de Dário I que o Império Persa atingiu o seu esplendor, para cuidar de SUS domínios, Dario criou uma organização administrativa em que o império era dividido em várias províncias denominadas satrapias, cada satrapia ficava no comando de um administrador local, denominado satrapa, os persas desenvolveram os transportes e as comunicações, tratavam os povos vencidos com menos crueldade e respeitavam suas culturas e costumes. A economia era baseada na agricultura e criação de gado, a maioria da população era trabalhadora das terras dos nobres. Com a construção de estradas, desenvolveu-se a produção artesanal e o comércio. A religião era politeísta, difundida no século VII a.C., pelo sábio Zoroastro, apregoava a existência de dois princípios opostos: o Bem e o Mal.
Professora Fernanda.
HEBREUS, FENÍCIOS E PERSAS.
Hebreus – era um dos povos semitas que habitavam a região do crescente fértil. Introduziram a primeira religião monoteísta entre os povos da Antiguidade, baseada na crença em um só Deus, dela derivaram o cristianismo e o islamismo. Muito do que se sabe a respeito desse povo – também chamados de israelitas ou judeus – baseia-se no Antigo Testamento, a primeira parte da Bíblia. Vivendo do pastoreio, organizavam-se em clãs ou tribos, grupos familiares dirigidos pelos homens mais idosos, a quem chamavam de Patriarcas. Segundo a Bíblia, coube ao patriarca Abraão, partir com o seu povo em direção a Terra Prometida, chamada depois de Canaã ou Palestina. Mais tarde, pressionados pela escassez de alimentos, uma parte dos hebreus, sob o patriarcado de Jacó, e deixou Canaã e migrar para o Egito, onde acabaram sendo escravizados. Tempos depois conduzidos por um novo chefe chamado Moisés eles fugiram, episódio conhecido na Bíblia como Êxodo. Depois de permanecer 40 anos no deserto, Moisés reconduziu seu povo para Canaã, cuja posse tiveram que disputar com os cananeus e filisteus.
No século XII a.C., os hebreus haviam conseguido dominar quase toda a Palestina. Mais tarde, em 935 a.C. quando o rei Salomão morreu, passaram por uma profunda crise política na qual dividiu a civilização hebraica, em judeus e israelitas. A partir de então, o povo hebreu foi dominado por diversos povos e durante a conquista dos romanos sobre o povo judeu, os conflitos se acentuaram e resultaram na destruição de Jerusalém.
Esse episódio, conhecido como Diáspora, fez com que os judeus ficassem dispersos em pequenas comunidades ao redor do mundo. Ao longo desses séculos, os judeus se preocuparam em manter os traços de sua cultura e religiosidade. No século XIX, diversos judeus iniciaram um movimento de criação de um Estado judeu na região da Palestina. No ano de 1948, a Organização das Nações Unidas apoiou a criação desse novo país.
As justificativas políticas e históricas que sustentaram a criação do Estado de Israel sofreram grande oposição das populações árabes palestinas que habitavam o local durante todo esse tempo. Os diversos conflitos entre árabes e israelenses se estendem até os dias atuais.
Fenícios - localizavam-se em uma região estreita, entre o Mar Mediterrâneo e as montanhas do Líbano. Pelo fato de as terras fenícias serem inférteis e haver poucos alimentos, os fenícios desenvolveram a navegação marítima e o comércio com as principais cidades fenícias da antiguidade. A fenícia era formada por cidades-Estados com governos independentes. A sociedade fenícia estava dividida em três classes, no ponto mais alto vinham os ricos, que eram grandes comerciantes donos de oficinas marítimas e escravos, logo abaixo vinham os pequenos empresários e trabalhadores livres e por último os marinheiros, pobres e escravos.
A principal atividade econômica dos fenícios era o comércio marítimo, até porque foram eles que desenvolveram a arte da navegação a longa distância, eles exportavam os produtos de suas oficinas como Metalúrgicas, tinturas e tecidos, os fenícios também fizeram uma grande contribuição cultural que foi o Alfabeto Fenício com 22 letras e foi criado para facilitar a escrita das operações comerciais.
Persas – Grandes conquistadores dominaram a Babilônia, a Palestina, a Fenícia e o Egito. Coube-lhes a proeza, no século VI a.C., de unificar vários povos do Crescente Fértil e construir o maior império da época. Ciro foi o fundador do Império Persa, mas foi durante o reinado de Dário I que o Império Persa atingiu o seu esplendor, para cuidar de SUS domínios, Dario criou uma organização administrativa em que o império era dividido em várias províncias denominadas satrapias, cada satrapia ficava no comando de um administrador local, denominado satrapa, os persas desenvolveram os transportes e as comunicações, tratavam os povos vencidos com menos crueldade e respeitavam suas culturas e costumes. A economia era baseada na agricultura e criação de gado, a maioria da população era trabalhadora das terras dos nobres. Com a construção de estradas, desenvolveu-se a produção artesanal e o comércio. A religião era politeísta, difundida no século VII a.C., pelo sábio Zoroastro, apregoava a existência de dois princípios opostos: o Bem e o Mal.
Professora Fernanda.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Dia do Folclore: 22 de agosto
Entende-se por folclore o conjunto de crenças, lendas, festas, superstições, artes e costumes de um povo. Tal conjunto normalmente é passado de geração a geração por meio dos ensinamentos e da participação real dos festejos e dos costumes. De origem inglesa, o folclore é uma palavra originada pela junção das palavras folk, que significa povo; e lore, que significa sabedoria popular. Formou-se então a palavra folclore que quer dizer sabedoria do povo.
O folclore assume grande importância na história de todos os povos, pois por meio desse conjunto pode-se conhecer a antiga cultura e a formação da cultura presente nos dias de hoje. Dentre as características que possui é possível identificar os fatos folclóricos a partir do anonimato, já que todos os componentes folclóricos são de autoria desconhecida; da aceitação coletiva, já que cada pessoa absorve a essência folclórica e a repassa aos outros a partir de seu entendimento próprio; e da transmissão oral, já que antigamente não havia meios de comunicação como na atualidade. Para manter vivo o folclore típico de cada região existem datas específicas para a realização dos festejos e artes.
Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola
domingo, 21 de agosto de 2011
Olha como isso parece com o nosso projeto Jovem Protagonista
Quanto vale o que você sabe?
Gilberto Dimenstein - 17/08/11
Um site criado em Nova York, batizado de Skillshare (compartilhamento de habilidades) virou notícia nesta semana na imprensa americana porque conseguiu atrair milhões de investidores. O que eles fizeram foi convidar as pessoas a vender suas habilidades. Qualquer habilidade: fazer doces, pintar, cantar, desenvolver programas de internet, ensinar mandarim.
O projeto cresceu, e muita gente redescobriu a utilidade em algo que sabe fazer bem e quase não era explorado. Muito menos dava dinheiro. Viu-se também a possibilidade de localizar alguém próximo, morando talvez na mesma rua.
Esse tipo de experiência, com êxito comercial, é uma interessante dica educacional, desfocando o processo de aprendizagem de sala de aula e aproveitando os talentos espalhados pela cidade. Toda a cidade torna-se uma comunidade de aprendizagem.
É exatamente minha aposta para onde vai a educação do futuro, na qual mais gente do que se imagina pode ser aluno e professor por tempo indefinido.
Projeto da escola
Alunos: Ensino Médio
Protagonista é...
Aquele ou aquela que protagoniza.
A palavra protagonista vem do grego Protagonistés .O principal lutador. A personagem
principal de uma peça dramática, pessoa que desempenha ou ocupa o primeiro lugar em
um acontecimento. Novo Dicionário Aurélio.
Objetivo
• estimular a troca de aprendizados
• construir novos saberes
• democratizar informações
• elaborar estratégias diversas
• desenvolver ações em parceria
Justificativa
Educar é criar espaços para que o educando possa empreender ele próprio a construção do seu ser, ou seja, a realização de suas potencialidades em termos pessoais e sociais. Assim, passa a ser visto, não como recipiente, mas como fonte autêntica de iniciativa, compromisso e liberdade.
Aprender a conhecer
Aprender a fazer
Aprender a conviver
Aprender a ser
“Tu me dizes, eu esqueço.Tu me ensinas, eu lembro.
Tu me envolves, eu aprendo.”
Gilberto Dimenstein - 17/08/11
Um site criado em Nova York, batizado de Skillshare (compartilhamento de habilidades) virou notícia nesta semana na imprensa americana porque conseguiu atrair milhões de investidores. O que eles fizeram foi convidar as pessoas a vender suas habilidades. Qualquer habilidade: fazer doces, pintar, cantar, desenvolver programas de internet, ensinar mandarim.
O projeto cresceu, e muita gente redescobriu a utilidade em algo que sabe fazer bem e quase não era explorado. Muito menos dava dinheiro. Viu-se também a possibilidade de localizar alguém próximo, morando talvez na mesma rua.
Esse tipo de experiência, com êxito comercial, é uma interessante dica educacional, desfocando o processo de aprendizagem de sala de aula e aproveitando os talentos espalhados pela cidade. Toda a cidade torna-se uma comunidade de aprendizagem.
É exatamente minha aposta para onde vai a educação do futuro, na qual mais gente do que se imagina pode ser aluno e professor por tempo indefinido.
Projeto da escola
Alunos: Ensino Médio
Protagonista é...
Aquele ou aquela que protagoniza.
A palavra protagonista vem do grego Protagonistés .O principal lutador. A personagem
principal de uma peça dramática, pessoa que desempenha ou ocupa o primeiro lugar em
um acontecimento. Novo Dicionário Aurélio.
Objetivo
• estimular a troca de aprendizados
• construir novos saberes
• democratizar informações
• elaborar estratégias diversas
• desenvolver ações em parceria
Justificativa
Educar é criar espaços para que o educando possa empreender ele próprio a construção do seu ser, ou seja, a realização de suas potencialidades em termos pessoais e sociais. Assim, passa a ser visto, não como recipiente, mas como fonte autêntica de iniciativa, compromisso e liberdade.
Aprender a conhecer
Aprender a fazer
Aprender a conviver
Aprender a ser
“Tu me dizes, eu esqueço.Tu me ensinas, eu lembro.
Tu me envolves, eu aprendo.”
Assinar:
Postagens (Atom)